Oie Modesto! Continuando na pegada do Desafio Minimalista a ideia agora é meditar por 15 minutos diários.

Quando penso na Meditação em si, crio um cenário bem relaxante, com o céu azul, com o vento bem calmo, sentada no tapetinho de Yoga exposta ao sol agradavelmente quente e o som ambiente no volume ideal! Linda imagem né? Concordo também! Confesso que a minha vida real é definitivamente o oposto deste cenário!

Quem tem filho pequeno e cuida integralmente dele sabe que não existe hora de meditar, nem com a porta trancada do banheiro, mas acredite: essa dependência vai passando conforme eles crescem. Mesmo assim, esse cenário ideal para mim não existe.

Então… Como posso meditar 15 minutos por dia?

Cada caso é um caso certo? E no meu caso utilizo esses 15 minutos no café da manhã. Depois que deixo meu filho na escola volto para casa, preparo meu café, raramente como algo (só quando acordo com aquela fome!), volto para meu quarto, troco de roupa e sento confortavelmente na minha cama para tomar meu café e ler um livro (atualmente leio A Mágica Da Arrumação – Marie Kondo).

Essa é a minha rotina diária (Domingo à Domingo) e foi como consegui ter meu momento para meditar, pode até parecer impossível, mas fico muito inspirada e disposta para começar o dia e trabalhar.

(CC BY-NC-ND 4.0)

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Oie Modesto, tudo bem com você?

Lembra dos 30 Dias de Desafio Minimalista? Então… Vamos falar sobre o primeiro desafio? Será que consegui cumprir direitinho?

Na verdade eu fico offline todo fim de semana, exceto quando chega algum trabalho urgente, aí não tem como!!! Mas fora isso, Sábado e Domingo são os dias que aproveito para fazer coisas que durante a semana não consigo, como: lavar roupa, organizar minha planilha financeira, escrever meus pensamentos na cia do café perfeito. Enfim, são os dias em que aproveito com meu filho: conversar, jogar, brincar, ir ao cinema ou estudar (caso ele realmente precise).

Claro que já fui muito viciada, passava horas assistindo filmes, navegando no Orkut, conversando no MSN ou até mesmo no ICQ (ops me senti bem old school agora!!!). Hoje em dia tenho um relacionamento muito maduro com a internet, ela está aqui para me ajudar e não para atrapalhar 😉

Então termino dizendo que “Ficar offline por um dia” não é uma tarefa difícil, e que Sim! Eu consegui me manter offline por um dia inteiro.

(CC BY-NC-ND 4.0)

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Oie Modesto! Tudo bem?

Ultimamente ando com a agenda tão apertada que mal arrumo tempo para me dedicar ao blog e pensando nisso decidir buscar um incentivo, algo que realmente me deixe comprometida e olhe o que encontrei: um belo Desafio Minimalista!

Quem me conhece sabe que adoro desafios que acrescentem algo positivo na minha vida, já fiquei 30 dias sem Facebook (o que me levou a desistir de vez de manter um perfil), já fiquei 12 meses sem refrigerante (o que resultou em 3 anos, definitivamente não me faz falta e pretendo me manter assim para o resto da minha vida) e atualmente estou em um desafio de 03 meses sem doces (chocolates, balas, bolos e variados — o que está resultando em um alto consumo de frutas!), em futuras postagens compartilho com vocês cada experiência.

Como disse, gosto de propostas que me tornem uma pessoa melhor, por isso ao invés de seguir a risca apenas por 30 dias, opto por me comprometer por toda vida. Acho que fará mais sentido!

Confesso que estou bem ansiosa para começar 😉

(CC BY-NC-ND 4.0)

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Hello Modesto!! Tudo bem?

Passeando pelos blogs que falam sobre Minimalismo (em breve deixarei disponível os blogs que leio sobre o assunto), encontrei um tópico que aborda algumas questões sobre a escolha deste estilo de vida, então gostaria de compartilhar um pouco mais com vocês sobre esta minha escolha — “Vida Minimalista”.

“Como resolvi me tornar Minimalista”?
Na verdade não me tornei minimalista em algum determinado momento da minha vida, acredito que já nasci assim, como já havia relatado, nunca fui uma pessoa determinada a ter todas as coisas do mundo, apenas aquilo que considero necessário.
Eu conheci o termo “Minimalista” enquanto cursava Design Gráfico e quanto mais estudava, mais eu me apaixonava. Então quando decidi pesquisar além da Arquitetura, me deparei com a decoração e por fim com o estilo de vida — e foi exatamente neste momento que uma luz acendeu na minha vida, então posso dizer que me adjetivei minimalista!

“Por que senti a necessidade de mudar minha vida?”
Optar por uma vida minimalista é algo muito pessoal, não se pode e nem se deve impor isso às pessoas que te cercam, cada individuo é único e tendo isso muito bem definido sei que não posso mudar as pessoas que me cercam e para conseguir viver o minimalismo de modo pleno eu me encontro trabalhando neste processo de mudança física.
O mais importante é que já sei o que quero para minha vida: + Qualidade – Quantidade!

“Por onde comecei?”
Na verdade eu não sou consumista, geralmente eu ganho muitos presentes e é exatamente aí que mora o problema, quando ganho algo que não gostei, não sei dar aquele toque sutil sabe? Simplesmente aceito e agradeço. Salvas são as vezes que consegui trocar algo, mas na maioria das vezes vou guardando e consequentemente acumulando coisas desnecessárias.
O meu primeiro passo foi por admitir que essa atitude não era saudável.
O segundo passo foi desapegar da ideia de que as pessoas ficariam chateadas por ter passado a diante aquele presente.
E o terceiro passo e o mais importante foi doar tudo aquilo que não me era necessário. Virei meu quarto de pernas para o ar, lembro que foram meses separando roupas, bolsas, sapatos e objetos de decoração, coloquei tudo dentro de caixas e doei! Foi libertador!!

“Quanto tempo levou até que percebi a mudança de hábito?”
Não demorou muito. Conforme o meu quarto foi literalmente esvaziando, fui ganhando mais horas livres para fazer outras coisas.
Adoro o tempo!!!
Gosto de ter tempo para fazer coisas que realmente me deixa feliz!!

“Você implementou outras mudanças em sua vida?”
Quando você descobre realmente o que te faz feliz, o que te completa, as mudanças ocorrem naturalmente. Acredito que o primeiro passo admitir para si, ser honesto com seus verdadeiros ideais. Como disse, ainda estou no processo de me mudar e só assim poderei implementar outras mudanças na minha vida, como alimentação e como organização da casa em sua totalidade.

“De todo esse processo, o que foi mais importante para você?”
Saber quem sou, o que gosto de vestir, o que gosto de ouvir, o que me dá prazer em viver, o que gosto de comer, quais pessoas gosto de ter a cia para desfrutar o “fazer nada”, quais pessoas não quero ao meu lado, me sentir feliz por estar com meu filho e não basear minha felicidade em bens materiais. Essas foram as minhas conquistas, mas o que realmente é o mais importante neste processo é notar que meu filho de nove anos, ao observar minhas atitudes, aprendeu naturalmente a ser minimalista.
É incrível vê-lo controlando os impulsos da compra, às vezes até quero comprar uma bobagem qualquer e ele me pergunta “é mesmo necessário mãe?“.
Definitivamente é maravilhoso!

Confesso que não suporto o excesso, me confunde e a desordem me deixa perdida!!

(CC BY-NC-ND 4.0)

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