Sobre abandonar metas…

Me sinto envergonhada por não ter terminado o Desafio Minimalista na data prevista (meses atrás), não gosto de abandonar metas, adoro desafios pessoais, mas a minha vida naquele determinado momento não estava favorável, então acabei utilizando isso como desculpa e fui deixando para depois. Aliás, 2018 não está sendo um ano fácil, mas o que posso afirmar é que quando consigo me organizar tudo fica mais compreensível.

Estamos em Outubro, então analisando até o momento, posso dizer que o desafio “#28 – Abandone uma meta” foi cumprida com sucesso! Vejamos:

  • Abandonei o próprio desafio minimalista;
  • Abandonei o curso de francês no Duolingo;

Acho que devo ter abandonado mais algumas coisas que não consigo me lembrar agora, mas em compensação eu adquiri novos hábitos e me mantive firme em certas coisas, como por exemplo:

  • Não como mais carne vermelha desde Abril 2018.
  • Apesar de tudo que aconteceu por aqui, eu não desisti do Blog. Eu contei sobre essas coisas aqui, aqui, aqui e aqui também! É, esse ano não foi nada fácil para o Blog.

Em resumo: tomei vergonha na cara e decidi terminar o Desafio Minimalista, mesmo que tenha passado bastante do combinado. Como eu disse lá no começo: me sinto muito envergonhada de não ter terminado, principalmente faltando tão pouco!! Nos vemos no próximo post.

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Desafio Minimalista #FAIL

Essa foi a minha segunda tentativa e é triste ter que admitir, mas falhei novamente no Desafio Minimalista.

Não sei se tentarei novamente tão cedo, pode ser que sim – como pode ser que não, mas o que sei é que tentei de verdade.

Às vezes acontece isso comigo, desistir de algo no meio do caminho. Às vezes me sinto tão incomodada por não ter conseguido terminar algo que acabo fazendo só para tirar essa sensação de derrota, de fracasso. Soa até hipocrisia da minha parte, logo eu que vivo dizendo ao meu filho que é tudo ok! deixar para lá algo que não estamos empolgados para fazer. Ensino a ele que não é preciso ter esse sentimento de culpa, gostaria de conseguir seguir mais os meus conselhos, talvez eu não me sentisse constantemente cobrada por mim mesma.

📌 Mental Pin: Não devo pegar desafios tão longos, perco o interesse rápido demais.

 

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Aquela Gaveta Bagunçada!

Oie Modesto!!

Faltando poucos dias para terminar o Desafio Minimalista, hoje é dia de arrumar “aquela” gaveta bagunçada! Aliás, quem nunca teve?

Quando eu terminei de ler o livro da Marie Kondo, notei que o meu método de descartar as coisas estava errado. Ela ensina que devemos manter somente aquilo que nos trás alegria e a não guardar “presentes e objetos” só porque não queremos magoar determinada pessoa.

Eu realmente fazia isso, eu ganhava as coisas e não usava porque não gostava e então guardava, às vezes eu conseguia trocar na loja por algo que realmente me agradasse. Isso me deixava muito triste porque além fingir que gostei, tinha que agradecer, não conseguia passar a frente com medo de magoar a pessoa que me deu, era mais um item para a gaveta, perdia espaço para coisas que realmente dou valor e era um ciclo vicioso.

Quando isso mudou?
“Se ao segurar cada objeto, eu não sentir alegria, então é descartável.”, e com isso em mente foi que consegui desapegar de muitas coisas. Antes de doar perguntei para as pessoas mais próximas se queriam alguma coisa daquele monte, e o que restou eu doei. Quando voltei para casa e vi meu quarto mais clean eu fiquei muito feliz! Pois toda aquela energia acumulada havia ido embora.

Atualmente não tenho mais o hábito de guardar o que não me traz alegria e manter isso me deixa em paz, pois não preciso ficar fingindo  e nem acumulando coisas desnecessárias.

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Identificar a causa do meu stress 🤔

Oie Modesto…

Antes de completar 22 anos eu não sabia o que era o Stress. Nunca havia passado por situações que me levassem a ter alterações de humor e quando isso começou a aparecer me senti completamente perdida, sem um lugar seguro para me refugiar e ao mesmo tempo me tornando mãe (foi muito complicado realizar meu maior sonho e viver em um pesadelo). Eu estava completamente despreparada, desesperada, insegura e em um “relacionamento” totalmente instável e apesar de passar por tudo isso dentro de mim eu precisava externar calma, felicidade e gratidão mesmo sabendo que todas as oscilações e emoções vividas por mim atingiriam única e exclusivamente ao meu bebê. Então neste momento da minha vida, estou segura em dizer que meu filho e Deus foram meus melhores amigos e os únicos que sentiram toda minha alegria e tristeza.

Hoje, com quase 35 anos completos, me sinto certa do que desejo para minha vida. Compreendo cada pessoa que está ao meu redor e reajo melhor a cada situação estressante.

Essas são as maiores causas:

  • A tentativa de querer sempre agradar a todos é completamente falha;
  • Pessoas tóxicas – elas existem sim! estão ao meu lado e demorei muito tempo para perceber;
  • Viver filtrando conversas e opiniões é psicologicamente desgastante;
  • Me manter sempre calma em meio a catástrofe é cansativo.

Nestes últimos meses estivemos sozinhos, estávamos felizes e tranquilos, ausentes da constante necessidade de tomar cuidado das palavras e atitudes, e isso só confirmou o quanto precisamos do nosso lar…

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